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ANEXO B
Conteúdo do Anexo B
Formulário VETA 1: Pesquisa individual
Formulário VETA 2: Registro de casos de
enfermidades transmitidas por alimentos em consultas e
laboratórios
Formulário VETA 3: Registro coletivo de casos
Formulário VETA 4: Relatório de
Recoleção de amostras
Formulário VETA 5: Registro de manipuladores de
alimentos em um surto de ETA
Formulário VETA 6: Guia de inspeção
sanitária para venda de alimentos
Formulário VETA 7: Taxa de ataque de alimentos
servidos em um surto de ETA
Formulário VETA 8: Taxa de ataque combinada
segundo o consumo de alimentos
Formulário VETA 9: Fluxograma de processamento de
alimento suspeito
Formulário VETA 10: Relatório final de
surto de ETA
Formulário VETA 11: Informação
trimestral sobre surtos de ETA
Formulário VETA 12: Informação
semestral sobre casos de ETA
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FORMULÁRIO VETA 1 - PESQUISA
INDIVIDUAL
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A. IDENTIFICAÇÃO E CARACTERÍSTICAS DO
RESPONDENTE
1. Nome completo:
..................................................................................................................
2. Endereço:
................................................................................................................................
(Rua e Número) (Bairro/Cidade) (Município)
3. Idade: ..... anos Sexo: ( ) feminino; ( ) masculino
4. Situação do respondente: ( ) hospitalizado: ( )
paciente ambulatorial ( ) domicílio
5. Sua relação com o surto de ETA: ( )
manipulador; ( ) comensal; ( ) outra ............. especificar
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B. SINTOMAS CLÍNICOS E TRATAMENTO
6. Sintomas predominantes:
( ) não apresentou ( ) náuseas ( ) diarréia
( ) cólicas abdominais
sintomas ( ) vômitos ( ) febre ( ) outro
.............................................. especificar
7. Quando adoeceu? Indicar o início dos sintomas:
...../....../..... ...........
dia mês ano hora
8. Se recebeu medicação, indicar: 8.1 Nome do
medicamento
...........................................................
8.2 Início do tratamento ...../....../.....
..........
dia mês ano hora
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C. ALIMENTOS INGERIDOS - DIA, HORA E LOCAL EM QUE FORAM
CONSUMIDOS
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Dia da ingestão
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9. Alimentos ingeridos
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10. Hora da ingestão
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11. Local e endereço onde foram consumidos
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Dia do início dos sintomas
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Dia anterior ao início dos sintomas
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Dois dias antes do início dos sintomas
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D. AMOSTRAS DE RESÍDUOS DOS ALIMENTOS OU DA
SUPERFÍCIE AMBIENTAL
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12. Identificação da amostra a ser
examinada..........................................................................................
- Se for alimento embalado: 13.1 Marca ..................... 13.2
Lote....................................
14. Exame
solicitado.......................................................................................................................
15. Resultados do exame laboratorial
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15.1 Amostra examinada
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15.2 Agente etiológico
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15.3 Interpretação
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Fezes
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Vômito
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Sangue
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Alimento
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E. CONTROLE DO MOVIMENTO DAS AMOSTRAS E DOS
RESULTADOS
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Amostras e resultados
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Dia
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Mês
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Ano
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Hora
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Responsável
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16. Coleta de amostra
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17. Remessa ao laboratório
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18. Recebimento pelo laboratório
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19. Conclusão do exame
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20. Devolução do formulário VETA 3
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21. Data ....../....../...... Responsável
..........................................................................................
dia mês ano
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INSTRUÇÕES PARA PREENCHIMENTO DO FORMULÁRIO
VETA 1
PESQUISA INDIVIDUAL
COM AS PESSOAS ENVOLVIDAS EM SURTO DE ETA
I OBJETIVO
Registrar uma série de dados referentes às pessoas
expostas e entrevistadas, para se caracterizar o surto de ETA.
Procura-se identificar o alimento de transmissão e o agente
etiológico, através da determinação do
comportamento de diversas variáveis relacionadas ao surto,
como momento provável da ingestão, período de
incubação e curva epidêmica, associadas
às pessoas que consumiram diversos alimentos em um evento
comum, incluindo as que adoeceram ou não, e as que
consumiram ou não o alimento suspeito. Pode-se também
registrar a cronologia do surto, informação das
amostras coletadas, resultados dos exames efetuados e
interpretação dos resultados dos mesmos.
II PROCEDIMENTO OPERACIONAL
Responsável: Equipes encarregadas de preencher o
formulário e processar e interpretar as
informações contidas no FORMULÁRIO VETA 1.
Número de vias: Uma (original).
Periodicidade: Este formulário deve ser utilizado
para informar cada caso suspeito de ETA, em que não
há nenhuma hipótese sobre o alimento que serviu de
veículo para o surto.
Destino: Após ter sido analisado, o
formulário é arquivado no Centro de Saúde que
pesquisou o surto de ETA. Os dados devem ser tabulados e
processados usando-se, de preferência, o programa
Epi-info.
III CONTEÚDO
A.IDENTIFICAÇÃO E
CARACTERÍSTICAS DA PESSOA ENTREVISTADA
"1" Preencher o nome completo do respondente.
"2" e "3" Auto-explicativo.
"4" Marcar com um "X", no parêntese correspondente,
se, no momento da pesquisa, o respondente está
hospitalizado, em tratamento ambulatorial ou em seu
domicílio.
"5" Marcar com um "X", no parêntese correspondente,
indicando se é manipulador de alimentos ou comensal. Se a
relação for diferente, marcar no parêntese
correspondente a "outra" e esclarecer na linha pontilhada.
B.SINTOMAS CLÍNICOS E TRATAMENTO
"6" Se o respondente estava aparentemente sadio no
período de 72 horas antes da entrevista, marcar com um "X"
no parêntese que identifica a resposta "não apresentou
sintomas"; caso contrário, marcar com um "X" cada um dos
parênteses correspondentes. Se tiver apresentado outro(s)
sintoma(s), marcar no parêntese "outro" e especificar.
"7" Auto-explicativo.
"8" Preencher 8.1 e 8.2. Auto-explicativo em cada
caso.
C.ALIMENTOS INGERIDOS - DIA, HORA E LOCAL EM QUE FORAM
CONSUMIDOS
"9" Fazer uma relação dos alimentos
consumidos.
"10" e "11" Auto-explicativo.
D.AMOSTRAS DE RESÍDUOS DOS ALIMENTOS OU DA
SUPERFÍCIE AMBIENTAL
"12" Preencher a informação sobre o surto
pesquisado, registrando o número de
identificação do FORMULÁRIO VETA 2 ou do
FORMULÁRIO VETA 3, referente à origem das amostras.
Este número deve ser o mesmo utilizado na
identificação das amostras, para evitar
confusão.
"13" Preencher "13.1" e "13.2". Auto-explicativo em ambos
os casos.
"14" Utilizar o mesmo critério do item "7"; o
responsável pela remessa da amostra deve escrever o exame
desejado.
"15" O item "15.1" deve ser preenchido pelo
responsável pela remessa da amostra, esclarecendo o tipo.
Por exemplo, leite, swab da tábua da cozinha,
etc.
Os espaços "15.2" e "15.3" são preenchidos pelo
responsável pela realização dos exames, que
registra os resultados.
"16" e "17" Auto-explicativo. Preencher antes de enviar
a(s) amostra(s) ao laboratório.
"18" Auto-explicativo. Deve ser preenchido pelo
responsável pelo recebimento da amostra.
"19" Auto-explicativo. Deve ser preenchido pelo
responsável pela realização dos exames
laboratoriais, no momento de sua conclusão.
"20" Auto-explicativo. Deve ser preenchido pelo
responsável, na entrega dos resultados.
"21" Auto-explicativo.
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| FORMULÁRIO VETA 2 - REGISTRO DE CASOS DE ENFERMIDADES
TRANSMITIDAS POR ALIMENTOS EM CONSULTAS E
LABORATÓRIOS |
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1. Data:_______________ 2. Número da semana:_______
3. Estado:________________________
4. Instituição:________________________
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5. No do
caso
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6. Dia que
adoeceu
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7. Nome
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8.
Endereço
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9. Tel.
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10. Idade
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11. Sexo
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12. Enfermidade
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13. Agente
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14.
Confirmação
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15. Alimento
provável
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16. Local do
consumo
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17.
Comentários
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| Nome do responsável pelo
relatório:________________________________________ |
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INSTRUÇÕES PARA PREENCHIMENTO DO
FORMULÁRIO VETA 2
REGISTRO DE CASOS DE
ENFERMIDADES TRANSMITIDAS POR ALIMENTOS EM CONSULTAS E
LABORATÓRIOS
I. OBJETIVO
Registrar uma série de dados referentes a casos de
ETA.
II. PROCEDIMENTO OPERACIONAL
Responsável: Funcionários de
consultórios médicos e laboratórios
selecionados.
Número de vias: Uma (original).
Periodicidade: Este formulário deve ser utilizado
para cada caso identificado de ETA, principalmente nas entidades
pesquisadas.
Destino: O formulário é enviado ao
Departamento de Estatística, onde é feita a
tabulação do formulário, e é remetido
para o Departamento de Vigilância para processamento,
utilizando-se, de preferência, o programa Epi-info.
III. CONTEÚDO
A. IDENTIFICAÇÃO E CARACTERÍSTICAS DA
PESSOA ENTREVISTADA
"1" Registrar a data de coleta da
informação.
"2" Número da semana estatística.
"3" Nome do estado onde está sediada a
instituição informante.
"4" Auto-explicativo.
"5" Preencher em ordem numérica (número do
relatório)
"6" Data de apresentação dos primeiros
sintomas.
"7" Auto-explicativo.
"8" Endereço onde se pode localizar o
paciente.
"9" Auto-explicativo.
"10" Auto-explicativo.
"11" Auto-explicativo.
"12" A enfermidade é notificada de acordo com os
sinais e sintomas e os resultados laboratoriais.
"13" Notificar o provável agente da
enfermidade.
"14" Marcar com um "C" quando for confirmado, e um "S"
quando o diagnóstico for
clínico-epidemiológico.
"15" Indicar o alimento provável conforme
informação do paciente.
"16" Indicar o local onde o paciente informa ter
consumido o alimento suspeito
"17" Anotar qualquer comentário de interesse.
"18" Preencher o nome do responsável pelo
relatório.
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FORMULÁRIO VETA 3- REGISTRO COLETIVO DE
CASOS
|
(Identificação do
serviço de saúde)
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1. NOME E ENDEREÇO DO
LOCAL:
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No.
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2. PACIENTES
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3. SINTOMAS
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4. ALIMENTOS
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5. EXAME LABORATORIAL
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2.1 Nome dos
comensais
(sadios ou
doentes)
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2.2 Idade
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2.3 Sexo M/F
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2.4 Alimento
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2.5 Adoeceu?
(Sim ou
Não)
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3.1 Horário dos
primeiros
sintomas
|
3.2 Período de
incubação
|
Sintoma segundo as
características
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A
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B
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C
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D
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E
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F
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X
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5.1 Amostras
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5.2 Data
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Dia
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Hora
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A
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B
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C
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X
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6. DATA:
7. RESPONSÁVEL:
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INSTRUÇÕES PARA PREENCHIMENTO DO
FORMULÁRIO VETA 3
REGISTRO COLETIVO DE CASOS
I. OBJETIVO
Registrar uma série de dados referentes a várias
pessoas expostas e entrevistadas, para se caracterizar o surto da
ETA. As informações do formulário VETA 3
são semelhantes às do formulário VETA 1,
porém o registro de casos é coletivo.
II PROCEDIMENTO
Responsável: Equipe de pesquisa encarregada pelo
preenchimento, processamento e interpretação do
formulário.
Número de vias: Uma (original).
Periodicidade: A cada ocorrência de um surto de
ETA.
Destino: Após ser analisado, o formulário
é arquivado no serviço de saúde que atuou no
surto de ETA.
III CONTEÚDO
"1" Identificar o local onde ocorreu o surto.
"2" Preencher os itens abaixo referentes aos
pacientes:
"2.1" comensais sadios ou doentes
"2.2" idade
"2.3" sexo
"2.4" indicar o dia e a hora em que ingeriu o alimento
suspeito
"2.5" esclarecer se a pessoa adoeceu ou não
apresentou sintomas, incluindo algum indicativo.
"3" Indicar para cada pessoa o horário de
aparecimento dos primeiros sintomas
"3.1" Informar hora e minutos.
"3.2" Indicar o período de incubação
(horas ou dias), isto é, o tempo transcorrido entre a
ingestão do alimento envolvido e o aparecimento dos
primeiros sintomas.
"3.3" Indicar os sintomas segundo as
características da enfermidade.
"4" Indicar na coluna os alimentos consumidos durante o
período de estudo.
"5" Em caso de remessa de amostras para o
laboratório, identificar os seguintes aspectos:
"5.1" Indicar o tipo de amostra.
"5.2" Indicar a data da amostra.
"6" Data do relatório.
"7" Responsável, nome e assinatura.
|
FORMULÁRIO VETA 4- RELATÓRIO DE
COLETA DE AMOSTRAS
|
A. IDENTIFICAÇÃO DO SURTO
1. Indicar o local (lar, restaurante, etc.) e o endereço
onde ocorreu o surto..........................................
..............................................................................................................................................
(Rua e Número) (Bairro/Cidade) (Município)
|
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B. AMOSTRA A SER EXAMINADA
2. Tipo de amostra: ( ) clínica, de origem humana; ( )
resíduos do alimento; ( ) superfície ambiental
|
|
C. AMOSTRA CLÍNICA DE ORIGEM HUMANA
3. Nome
completo:......................................................................................................................
4. Sintomas predominantes:
( ) não apresentou ( ) náusea ( ) diarréia
( ) cólicas abdominais
sintomas ( ) vômitos ( ) febre ( ) outro
..............................................
especificar
5. Se tiver sido medicado, informar:
5.1 Nome do(s)
medicamento(s)....................................................................................................
5.2 Início do tratamento: ......../........../........
..............
dia mês ano hora
6. Hipótese diagnóstica
.......................................................................................................
7. Exames solicitados
......................................................................................................................
8. Resultados dos exames laboratoriais
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81. Amostra examinada
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8.2 Agente etiológico
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8.3 Concentração
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8.4 Interpretação
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D. AMOSTRAS DE RESÍDUOS DOS ALIMENTOS OU DA
SUPERFÍCIE AMBIENTAL
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- Identificação da amostra a ser
examinada........................................................................................
- Se o alimento for embalado, indicar: 10.1 Marca
..................... 10.2 Lote.............................
11. Exame
solicitado.....................................................................................................................
12. Resultados da análise laboratorial
|
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12.1 Amostras examinadas
|
12.2 Agente etiológico
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12.3 Concentração
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12.4 Interpretação
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E. CONTROLE DO MOVIMENTO DAS AMOSTRAS E DOS
RESULTADOS
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Amostras e resultados
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Dia
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Mês
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Ano
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Hora
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Responsável
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13. Coleta da amostra
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14. Remessa ao laboratório
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15. Recebimento pelo laboratório
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16. Conclusão do exame
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17. Devolução do formulário VETA 4
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INSTRUÇÕES PARA PREENCHIMENTO DO
FORMULÁRIO VETA 4
AMOSTRAS COLETADAS DE UM SURTO DE ETA E RESULTADOS
LABORATORIAIS
I. OBJETIVO
Registrar as informações que devem orientar o
exame das amostras enviadas ao laboratório, que podem ser
clínicas, de origem humana, de alimentos ou
superfícies ambientais (swabs de utensílios,
tábua de cozinha, depósito dos alimentos, etc.).
Além disso, pode-se tabular os resultados dos exames
laboratoriais e manter o controle do movimento das amostras e dos
resultados, a partir do momento da coleta da amostra até o
recebimento dos resultados pelo responsável.
II. PROCEDIMENTO OPERACIONAL
Responsável: A equipe de pesquisa deve preencher
este formulário e enviá-lo junto com as amostras para
o laboratório. Preencher de "1" a "8.1", no caso de amostras
clínicas de origem humana; e de "9" a "12.1", quando forem
enviadas de resíduos dos alimentos e/ou da superfície
ambiental. Em todos os casos deve-se completar os itens "13" e
"14". Preencher o item "17" apenas no recebimento dos resultados
laboratoriais.
Os funcionários do laboratório devem preencher a
partir do item "15", com a chegada da amostra, completar o item "8"
(a partir de "8.2") e/ou "12" (a partir de "12.2") com os
resultados encontrados, dependendo do tipo de amostra. Preencher o
item "16". Se for necessário acrescentar comentários
ou esclarecimentos, utilizar o verso do formulário.
Número de vias: Duas (original e segunda via).
Periodicidade: Este formulário deve ser utilizado
sempre que se enviar amostras ao laboratório referentes a um
surto de ETA.
O original e a segunda via devem ser enviados ao
laboratório junto com a(s) amostra(s).
O laboratório deve devolver a via original, com os
resultados encontrados, e arquivar a segunda via.
A via original é arquivada pela equipe de epidemiologia;
a segunda via é arquivada pelo próprio
laboratório.
III. CONTEÚDO
A. IDENTIFICAÇÃO DO SURTO
"1" Preencher se ocorreu no lar ou o nome da escola,
hospital, hotel, restaurante, clube, ou qualquer local onde o
alimento suspeito do surto da ETA tenha sido consumido, bem como o
endereço do mesmo.
B. AMOSTRA A SER EXAMINADA
"2" Marcar com um "X" conforme o tipo de amostra(s)
enviada(s) ao laboratório.
C. AMOSTRA CLÍNICA DE ORIGEM HUMANA
"3" Auto-explicativo.
"4" Copiar os dados do Formulário VETA 1, item
"6".
"5" Preencher "5.1" e "5.2". Copiar os dados do
Formulário VETA 1, itens "8.1" e "8.2".
"6" e "7" O responsável pela remessa das amostras
deve indicar a hipótese diagnóstica e os exames
solicitados, para orientar a pessoa encarregada pelos testes
laboratoriais. Assim, quando o número de casos for grande,
é possível economizar recursos físicos e
humanos, além de tempo, que são extremamente
importantes para o laboratório.
"8" O item "8.1" deve ser preenchido pelo
responsável pela remessa da amostra, especificando o tipo
(fezes, vômito, sangue, etc.).
Os itens "8.2" a "8.4" devem ser completados pela pessoa que
realizou os exames, registrando os resultados.
D. AMOSTRA DE RESÍDUOS DOS ALIMENTOS OU DA
SUPERFÍCIE AMBIENTAL
"9" Preencher a informação sobre o surto
pesquisado, registrando o número de
identificação do FORMULÁRIO VETA 3 ou do
FORMULÁRIO VETA 4, referente à origem das amostras.
Este número deve ser o mesmo utilizado na
identificação das amostras, para evitar
confusão
"10" Preencher "12.1" e "12.2". Auto-explicativo em ambos
os casos.
"11" Utilizar o mesmo critério do item "7" do
FORMULÁRIO VETA 4; a pessoa responsável pela remessa
deve anotar o exame desejado.
"12" O item "12.1" deve ser preenchido pela pessoa
responsável pela remessa da amostra, esclarecendo o tipo
(leite, swab da tábua da cozinha, etc.).
Os itens "12.2" a "12.4" devem ser completados pela pessoa que
realizou os exames, registrando os resultados.
"13" e "14" Auto-explicativo, preencher antes de enviar
a(s) amostra(s) ao laboratório.
"15" Auto-explicativo. Deve ser preenchido pelo
responsável pelo recebimento da amostra.
"16" Auto-explicativo. A ser preenchido pelo
responsável pela realização dos exames
laboratoriais, no momento de sua conclusão.
"17" Auto-explicativo. Deve ser preenchido pelo
responsável, na entrega dos resultados.
|
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FORMULÁRIO VETA
5
REGISTRO DE MANIPULADORES DE
ALIMENTOS EM SURTO DE ETA
|
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A. DADOS SOBRE O SURTO DE ETA ORIGINOU A PESQUISA
1. Instituição onde a pesquisa foi
realizada: .......................... 2. Data do início:
.................. 3. Alimento suspeito:......................
|
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B. INFORMAÇÃO SOBRE O ESTADO DE SAÚDE
DOS MANIPULADORES DO ALIMENTO SUSPEITO
|
|
No.
|
4. Nome completo
|
5. Estado de saúde aparente
|
6. Enfermidade
|
7. Estado de saúde dos contatos
|
8. Hábitos de higiene
|
9. Tipo de amostra
|
10. Absenteísmo no trabalho
|
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Sadio
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Doente
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Trato digestivo
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Pele
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Sistema respiratória
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NÃO
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SIM
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Causa
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OBSERVAÇÕES EPIDEMIOLÓGICAS DE INTERESSE: |
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11. Data ......../........./......... Responsável:
...............................................................................................................
dia mês ano
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INSTRUÇÕES PARA PREENCHIMENTO DO
FORMULÁRIO VETA 5
ESTADO DE SAÚDE DOS MANIPULADORES DO
ALIMENTO SUSPEITO DO SURTO DE ETA
I. OBJETIVO
Registrar o estado de saúde das pessoas que participaram
do processo de preparação ou processamento,
distribuição, armazenamento ou transporte do alimento
suspeito de ter produzido o surto de ETA pesquisado. É muito
importante saber se os manipuladores apresentam lesões na
pele, como pústulas, furúnculos, feridas ou
queimaduras infectadas e a sua localização. Esta
atividade complementar a pesquisa do surto da ETA. Quando
possível, coletar amostras de secreção
orofaríngea, nasal, lesões cutâneas ou fezes,
dependendo da hipótese levantada em relação
à contaminação do alimento suspeito do surto
de ETA.
II. PROCEDIMENTO OPERACIONAL
Responsável: Equipe que pesquisou o surto da
ETA.
Número de vias: Uma (original).
Periodicidade: Este formulário deve ser utilizado
toda vez que ocorrer um surto de ETA, para auxiliar na
determinação da possível fonte de
contaminação.
Destino: Após ser analisado, o formulário
deve ser arquivado no serviço de saúde que realiza a
pesquisa da ETA.
III. CONTEÚDO
A. DADOS SOBRE O SURTO DE ETA QUE ORIGINOU A PESQUISA
"1" Preencher o nome da empresa onde a pesquisa foi
realizada, independente de seu tamanho ou do número de
funcionários manipuladores.
"2" Registrar a data de início do surto da
ETA.
"3" Auto-explicativo.
B. INFORMAÇÃO SOBRE O ESTADO DE SAÚDE
DOS MANIPULADORES DO ALIMENTO SUSPEITO
NOTA: Cada linha deve conter as informações
referentes a cada um dos manipuladores que trabalham na empresa,
independente do fato de estarem presentes ou ausentes no momento da
visita. Portanto, deve-se solicitar à pessoa
responsável a relação dos funcionários
que manipularam o alimento suspeito e registrar o nome
completo.
"4" Auto-explicativo.
"5" Para preencher este item é necessário
perguntar ao respondente se estava aparentemente sadio nas 72 horas
anteriores ao início do surto pesquisado. Dependendo da
resposta, marcar com "X" no espaço correspondente.
"6" Se o manipulador estiver trabalhando e apresentar
alguma enfermidade que possa ser classificada de acordo com uma das
três colunas, identificar a enfermidade na coluna
correspondente.
"7" Deve-se investigar se há familiares que
apresentem, ou tenham apresentado, os mesmos sintomas.
"8" Anotar as características de
manipulação e hábitos de higiene do
manipulador.
"9" Indicar o tipo de amostra enviada para
diagnóstico laboratorial.
"10" Marcar com um "X" no espaço "NÃO", se
o funcionário estiver presente, e em "SIM" quando estiver
ausente do trabalho. Se ausente, esclarecer o motivo no
espaço correspondente.
FORMULÁRIO VETA 6 - GUIA DE
FISCALIZAÇÃO SANITÁRIA PARA VENDA DE
ALIMENTOS
Relação dos aspectos a serem avaliados em
termos de higiene e proteção dos alimentos
A: MANIPULADORES
1. Higiene pessoal: boa
apresentação, corpo limpo, mãos limpas, unhas
cortadas, sem esmalte, sem anéis ou pulseiras, uniforme
completo, de cor clara, em bom estado e limpo
- Hábitos higiênicos: lavagem completa das
mãos antes do manuseio dos alimentos e sempre depois de ir
ao banheiro. Não tossir sobre os alimentos, não
comer, não fumar, não tocar em dinheiro ou executar
qualquer ato que possa produzir a contaminação dos
alimentos.
- Estado de saúde: não apresentar
enfermidades na pele, feridas, lesões com pus, não
apresentar sintomas de enfermidades respiratórias (tosse),
gastrintestinais (vômito, diarréia), conjuntivite,
rinite, otite, etc.
B. ALIMENTOS
4. Alimentos e matérias-primas com
características organolépticas normais
5. Alimentos e matérias-primas: procedentes de
estabelecimentos autorizados, com embalagens, rótulos,
informação regulamentar do produto, inclusive
registro no Ministério da Saúde e/ou
Ministério da Agricultura.
6. Proteção contra
contaminação: alimentos protegidos de poeira,
insetos e roedores. Substâncias perigosas como inseticidas,
detergentes, desinfetantes, etc., corretamente identificadas,
estocadas e usadas em condições adequadas para evitar
a possibilidade de contaminar os alimentos. Transporte adequado e
limpo.
7. Proteção contra alteração:
alimentos perecíveis, mantidos à temperatura de
congelamento, de refrigeração, ou acima de
70oC (158ºF), dependendo do tipo de produto.
Armazenamento, exposição e manutenção
dos alimentos com higiene.
8. Manuseio dos alimentos: operações
manuais mínimas e higiênicas. Uso de elementos limpos
e em bom estado de conservação.
9. Eliminação e disposição dos
restos de alimentos
C. EQUIPAMENTOS
10. Maquinário: para uso alimentar,
inoxidável. Superfície de contato com os alimentos,
laváveis e impermeáveis, limpas e em bom estado de
conservação e funcionamento.
11. Mobília: mesas e balcões em quantidade
suficiente e com capacidade de superfície, projetados para
limpeza fácil, superfícies de contato com os
alimentos, lisas, laváveis e impermeáveis, e em bom
estado de higiene e conservação.
12. Utensílios: lisos, de material não
contaminante, de tamanho e formato adequados para uma fácil
limpeza, em bom estado de higiene e conservação.
13. Instalações para proteção e
conservação dos Alimentos: Refrigeradores,
congeladores, câmaras frigoríficas, etc., adequados
para esse fim, tipos de alimentos e capacidade de
produção e venda: superfícies lisas,
laváveis e impermeáveis, em bom estado de
conservação, funcionamento e higiene.
D. MEIO-AMBIENTE
- Localização e aspectos gerais da
construção
- Presença de insetos, roedores, e outros
animais.
- Disposição de resíduos líquidos
e sólidos
- Programa de higiene (limpeza e
desinfecção)
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FORMULÁRIO VETA 7 -TAXA DE
ATAQUE DE ALIMENTOS SERVIDOS EM UM SURTO DE ETA
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1. Alimentos servidos
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2. Pessoas que consumiram
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3. Pessoas que NÃO consumiram
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4. Risco atribuível
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Doentes
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Sadios
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Total
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2.1 Taxa de ataque
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Doentes
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Sadios
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Total
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3.1 Taxa de ataque
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5. CONCLUSÕES SOBRE OS ALIMENTOS SUSPEITOS:
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Data ....../......./....... Responsável:
..................................................................................
dia mês ano
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INSTRUÇÕES PARA PREENCHIMENTO DO
FORMULÁRIO VETA 7
TAXA DE ATAQUE DE ALIMENTOS SERVIDOS EM UM SURTO DE
ETA
I OBJETIVO
Registrar as informações necessárias de
forma a calcular as taxas de ataque específicas para cada um
dos alimentos servidos em um determinado evento, considerando-se as
pessoas que "adoeceram" e as que "não adoeceram", entre as
que "consumiram" ou "não consumiram" o alimento. A partir
dessas informações é possível calcular
o risco atribuível para cada um dos alimentos
analisados.
II PROCEDIMENTO OPERACIONAL
RESPONSÁVEL: Equipe de epidemiologia,
responsável pelo preenchimento, processamento e
interpretação da informação contida
nesse formulário.
Número de vias: Uma (original).
Periodicidade: Este formulário deve ser utilizado
sempre que ocorrer uma ETA, em que não exista
hipótese sobre a identificação do alimento que
serviu de veículo para o surto, considerando-se todos que
foram servidos em um determinado evento.
Destino: Após processar a
informação, calcular as taxas de ataque para cada um
dos alimentos e o risco atribuível, e interpretar os
resultados. O formulário deve ser arquivado pela equipe de
epidemiologia do serviço de saúde que pesquisou o
surto da ETA.
III CONTEÚDO
"1" Elaborar uma relação de todos os
alimentos servidos em um determinado evento.
"2" Registrar, nas respectivas colunas, o número
de pessoas "doentes" e o número de pessoas "sadias" entre
aquelas que "consumiram" e
"3" as que "não consumiram" cada um dos alimentos
da relação.
Calcular a taxa de ataque específica, em porcentagem,
para cada um dos alimentos, do seguinte modo:
|
Taxa de ataque específica entre os que
consumiram o alimento "Y"
|
Número de casos entre os que
consumiram o alimento "Y"
|
X 100
|
|
=
________________________________________
|
|
Número total (sadios + doentes)
que consumiram o alimento "Y"
|
|
Taxa de ataque específica entre os que
não consumiram o alimento "Y"
|
Número de casos entre os que
não
consumiram o alimento "Y"
|
X 100
|
|
=
________________________________________
|
|
Número total (sadios + doentes)
que não consumiram o alimento "Y"
|
"4" Calcular o risco atribuível de cada um dos
alimentos do seguinte modo:
|
Taxa de ataque
específica entre os que consumiram o alimento "Y"
|
-
|
Taxa de ataque específica entre os que
não consumiram o alimento "Y"
|
"5" Preencher com um parecer sobre o alimento suspeito,
que é, em geral, o alimento envolvido no surto de ETA que
apresenta maior risco atribuível.
"6" Utilize o formulário Veta 8 para comparar a
taxa de atque dos alimentos combinados.
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FORMULÁRIO VETA 8 - TAXA DE
ATAQUE COMBINADA SEGUNDO O CONSUMO DE ALIMENTOS
|
Combinações de três
alimentos
|
Pessoas que consumiram:
|
Risco atribuível
%
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Doentes: Taxa de ataque
|
Sadios: Taxa de ataque
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Alimento I
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Alimento II
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|
Alimento III
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Alimento I - II
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Alimento I - III
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Alimento II - III
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|
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|
Alimento I - II - III
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Alimento suspeito:
|
|
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|
Análise:
|
|
Local e
data:_____________________________________________________________________
Funcionário
responsável:______________________________________________________________
|
FORMULÁRIO VETA 9 - Fluxograma de
processamento do alimentos suspeito
]
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INSTRUÇÕES PARA PREENCHIMENTO DO
FORMULÁRIO VETA 9
FLUXOGRAMA DO PROCESSAMENTO DE ALIMENTOS
SUSPEITOS
I. OBJETIVO
Registrar os resultados da pesquisa utilizando os
princípios do sistema de "Análise de Perigos e Pontos
Críticos de Controle", com um enfoque sistemático
para identificar, avaliar e controlar os perigos, enfatizando os
fatores que afetam diretamente a inocuidade dos alimentos.
OBSERVAÇÃO: Sugere-se que os
critérios selecionados sejam identificados e documentados da
devida maneira, com definições claras, e
especificação de tolerância, se apropriado. A
norma para escolher o controle depende de sua utilidade, seu custo,
sua viabilidade e, também, da capacidade para conferir
segurança.
II. PROCEDIMENTO OPERACIONAL
Responsável: Equipe encarregada do controle dos
alimentos, vinculada a um órgão oficial. São
vários órgãos, dependendo da área de
trabalho (planta processadora, hospital, restaurante, barraca de
rua, etc.) e da legislação de cada país.
Número de vias: Uma (original).
Periodicidade: Deve-se preencher este gráfico
sempre que se estudar um surto.
Destino: A via original deve permanecer no expediente
para verificar se as recomendações foram cumpridas.
Em caso afirmativo, verificar se os pontos críticos
estão sob controle; caso contrário, estabelecer uma
ação corretiva idônea.
FLUXOGRAMA
Para uma melhor compreensão, deve-se indicar os
processos, os riscos, os manipuladores, as
especificações dos processos, a temperatura, etc.
|
FORMULÁRIO VETA 10 -GUIA PARA O
RELATÓRIO FINAL DO SURTO DE ETA
|
Estado:_________________________ Data: _____________
Relatório No:_________
|
|
Unidade informante:_______________________
|
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Local do incidente:
|
|
Cidade: Estado: ________________________
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|
No. de pessoas envolvidas:
|
Primeira pessoa
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Última pessoa
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Expostas:
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Doentes:
|
dia/mês/ano
|
dia/mês/ano
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Hospitalizadas:
|
Óbitos:
|
|
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Sintomas:
|
Período de incubação
|
Duração da enfermidade:
|
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Náusea
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Vômitos
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(em horas):
|
dias
|
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Diarréia
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Febre
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----- × ---- Curto -----Ø -----
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Dor abdominal
|
Outros
|
----- × ---- Longo -----Ø -----
----- × ---- Médio ----Ø -----
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|
Alimento/veículo:
|
|
Confirmação Laboratório Epidemiologia Sem
confirmação
|
|
Nome comercial do produto:
|
|
Produzido por:
|
|
Método de venda, processo para servir:
|
|
Local onde o alimento deixou de ser inócuo:
|
|
Local onde o alimento foi consumido: Data: Cidade:
|
|
Fatores que contribuíram para o surto:
De
contaminação:________________________________
De sobrevivência:_________________________________
De
multiplicação:_________________________________
|
|
Resultados laboratoriais
|
Nº de Amostras
|
Nº de casos positivos
|
Agente
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|
Diarréia:
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|
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Vômitos:
|
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Sangue:
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|
|
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|
Alimentos (especificar):
|
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|
|
Meio-ambiente:
|
|
|
|
|
Indicar o alimento e o agente responsável:
|
|
Medidas adotadas: (podem ser indicadas em folha
anexa)
Referentes ao centro:
Referentes ao gerente/administrador do estabelecimento:
Referentes ao alimento:
Referentes aos manipuladores:
Referentes à informação à
população:
|
|
Relação dos membros da equipe de pesquisa:
Profissão e cargo:
|
|
DATA :...........................................
RESPONSÁVEL:..............................................
|
|
INSTRUÇÕES PARA PREENCHIMENTO DO
FORMULÁRIO VETA 10
RELATÓRIO FINAL DO SURTO DE ETA
I. OBJETIVO: Apresentar o resumo dos resultados de
estudos epidemiológicos correspondentes a cada surto e
encaminhá-lo para os diferentes níveis do sistema
VETA.
II. PROCEDIMENTO OPERACIONAL:
Responsável: Chefe da equipe de pesquisa.
Número de vias: Uma cópia para o arquivo e
as vias necessárias para cada nível do sistema
VETA.
Periodicidade: Sempre que finalizar uma pesquisa de
ETA.
Destino: Orientar o destino segundo o fluxograma (ver
texto da Figura 2).
III. CONTEÚDO
Registrar os dados de acordo com as informações
contidas nos formulários VETA 1 a 8.
|
|
FORMULÁRIO VETA 11 - RELATÓRIO FINAL DE
SURTO DE ETA
Sistema de Informação Regional de Enfermidades
Transmitidas por Alimentos (SIRVETA)
1. Identificação do surto
|
|
1.1 País
|
1.3 Data de inicio do surto:
Dia mês ano
|
|
1.2 Divisão político administrativa
|
1.4 Data deste relatório:
Dia mês ano
|
| 2. Identificação da
enfermidade/ agente |
|
2.1 Diagnóstico clínico da síndrome ou
enfermidade
|
2.2 Agente etiológico confirmado por
laboratório
|
| 3. Alimento / ingredientes |
|
3.1 Alimento pertencente ao grupo:
|
3.2 Ingrediente suspeito
|
3.3 Ingrediente confirmado
epidemiologicamente
|
3.4 Agente etiológico confirmado por laboratorio
|
|
4.1 Lugar de consumo do alimento
|
4.2 Lugar de perda da inocuidade do alimento
|
|
5.1 Contaminação
|
5.2 Proliferação
|
5.3 Sobrevivência
|
| |
Menor de 1
|
1 a 4
|
5 a 14
|
15 a 44
|
45 a 64
|
65 e mais
|
TOTAL
|
|
6.1 DOENTES
|
|
|
|
|
|
|
|
|
6.2 DEFUNÇÕES
|
|
|
|
|
|
|
|
|
6.3 HOSPITALIZADOS
|
|
|
|
|
|
|
|
A instrução para o preenchimento deste
formulário se distribui aos encarregados do nivel nacional
dos países para que informem ao Sistema de
Informação Regional para a Vigilância das
Enfermidades Transmitidas por Alimentos (SIRVETA).
|
FORMULÁRIO VETA 12
SISTEMA DE INFORMAÇÃO REGIONAL DE CASOS DE
ENFERMIDADES TRANSMITIDAS POR ALIMENTOS (ETA)
Informação semestral sobre casos de
ETA
País ______________________ Semestre _____________ Ano
_______
Data do relatório _____________________
|
|
Enfermidade ou síndrome
|
Número de casos confirmados
|
|
Critério
clínico-epidemiológico
|
Critério laboratorial
|
|
Cólera
|
|
|
|
Febre tifóide
|
|
|
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Outras salmoneloses
|
|
|
|
Shiguelose
|
|
|
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Intoxicação estafilocócica
|
|
|
|
ETA produzida por Escherichia coli
|
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Outra enfermidade 1
|
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Outra enfermidade 2
|
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Outra enfermidade 3
|
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INSTRUÇÕES PARA PREENCHIMENTO DO
FORMULÁRIO VETA 12
SISTEMA DE INFORMAÇÃO REGIONAL DE CASOS DE
ENFERMIDADES TRANSMITIDAS POR ALIMENTOS (ETA)
Notificação de casos
- Recomenda-se a vigilância e a notificação
de casos para uma melhor estimativa da incidência das ETA e
como indicador indireto para a detecção de
surtos
- Recomenda-se a todos os países notificar os casos de
cólera, febre tifóide, outras salmoneloses,
shiguelose, infecção por E.coli
toxigênica, intoxicação por estafilococos e
outras ETA que sejam de vigilância compulsória em cada
país
- Notificar, no formulário próprio, o número
de casos confirmados por critérios
clínico-epidemiológicos e aqueles confirmados pelo
laboratório, referentes a cada um desses eventos, com
periodicidade semestral
- A cada semestre, informar o número total de CASOS
CONFIRMADOS de enfermidades transmitidas por alimentos de
notificação compulsória, classificadas segundo
critério diagnóstico
clínico-epidemiológico ou laboratorial
- As enfermidades definidas por consenso como eventos de
importância para a região e que devem ser notificadas
por todos os países são: cólera, febre
tifóide, outras salmoneloses, shiguelose,
intoxicação estafilocócica e ETA causada por
Escherichia coli
- Recomendou-se incluir todas as moléstias de
notificação compulsória que pudessem ser
transmitidas por alimentos (triquinose, hepatite A, brucelose)
- Os países que mantêm registros de diarréia,
podem incluir a notificação do número total de
casos.
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|